segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

NA MINHA JANGADA ME DEITO


Na minha jangada me deito
E lá me deixo levar

Na corrente sem corrente

Do rio que está a secar


Agora só resta lama

Da água que lá morou

Nas margens, já não hão árvores

Porque o tempo, as derrubou


Na minha jangada me deito

E lá me deixo levar

Pelo vento que vai soprando

Sempre, sempre, sem parar


Na minha jangada me deito

Até onde, me levar...


Mário Margaride

13 comentários:

  1. Mário

    Um Poema pleno de entregas.
    "(...)Na minha jangada me deito
    Até onde me levar..."

    Abraços

    SOL
    http://acordarsonhando.blogspot.com/

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  2. Só seca o rio se nos rendermos ao Tempo....
    Belo, Mário.

    Grata pela tua presença, ao meu lado!
    Beijo
    BS

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  3. Meu querido Mário

    Como sempre um poema maravilhoso...e até onde vamos apenas o tempo o dirá.

    Beijinhos com carinho
    Sonhadora

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  4. Momentos há na vida em que embarcamos na nossa jangada e deixamos que ela vá ao sabor do vento....Como já senti isso...

    Belo o poema

    Bom domingo

    Bjgrande do Lago

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  5. E que a jangada o leve a um bom encontro!
    Bj

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  6. Meu querido amigo

    Passando para deixar um beijinho e agradecer o carinho de sempre.

    Sonhadora

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  7. Passei para te deixar votos de bom resto de semana

    Bjgrande do Lago

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  8. Olá amigo Gil, lindo este deitar ao sabor do sentir. Adorei. Beijos com carinho

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  9. Deixemo-nos levar...
    O destino encarregar-se-á de nós..

    Um beijo
    BSlell

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  10. e o mar sempre a velar paixões!

    Beijos em teu coração, meu amigo!
    (saudades de ler-te)

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  11. Espreitando....

    Boa semana


    Bjgrande do Lago

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