quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SENTO-ME NO COLO DO TEMPO


Sento-me no colo do tempo
Onde o vento não pára de soprar
O sol aquece a minha alma
Na vontade louca de te amar.


Sento-me numa nuvem de ternura

Imersa em ondas de Paixão

Onde o teu amor me invade
O teu ardor queima e arde

Deixando a palpitar…meu coração.


Sento-me no colo do tempo

Onde o Amor…abre a janela

O sol brilha como louco

As nuvens negras se dissipam

E o céu de azul se pinta, pouco a pouco.


Voando de galáxia em galáxia

Da penumbra e do frio…renasci

Sentado no colo do tempo

Espero que o vento…

Me leve até ti.


Mário Margaride

5 comentários:

  1. Ah, meu amigo... quantas vezes senti a louca vontade de fazer o tempo parar no momento mais sublime de uma paixão...
    Vontade de voltar no tempo... ter mais tempo...

    Beijos meus neste teu coração!

    ;)

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  2. Boa noite Mário,
    Parabéns, continua a escrever o amor com toda a beleza que ele tem.

    Beijinho,
    Ana Martins

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  3. Hummm...que ternura! Não cohecia teu blog...me cativou! Há amor, paxão, desejo...até tive um calafrio...delicioso este texto,simplesmente delicioso....

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  4. Meu querido Mário

    Tinha tanta saudade de te ler...sabes que adoro os teus poemas, e este escorre amor em cada letra, que o consigas eternizar.
    Quero agradecer o carinho das tuas visitas, sempre uma presença constante desde o princípio.

    Deixo um beijinho com carinho
    Sonhadora

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